A etiqueta de patrimônio é o elemento físico que conecta um ativo real — como um computador, mesa, veículo ou equipamento médico — ao seu registro no sistema de gestão patrimonial da organização. Sem ela, o controle de ativos fixos torna-se inviável, gerando perdas financeiras, problemas contábeis e riscos em auditorias.
Por Que Etiquetar o Patrimônio?
A legislação brasileira, especialmente a NBCT 16.9 (Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas ao Setor Público) e o CPC 27 (Ativo Imobilizado), exige que organizações mantenham controle rigoroso de seus ativos fixos. Além da obrigatoriedade legal, o controle patrimonial evita perdas por extravio, facilita auditorias, permite depreciação contábil correta e garante cobertura de seguros.
Tipos de Material para Etiquetas Patrimoniais
- Poliéster cromo fosco: aparência metalizada, resistente a abrasão e produtos de limpeza — o mais popular para patrimônio corporativo
- Poliéster branco: máximo contraste para impressão, ideal para ambientes hospitalares e laboratoriais
- Policarbonato: resistência extrema a temperatura (-40°C a +150°C), indicado para ativos industriais
- Vinil destrutível (casca de ovo): fragmenta-se ao ser removido, impedindo transferência entre ativos
- RFID: chip e antena embutidos para leitura automática em lote
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Código de Barras vs. QR Code vs. RFID
O código de barras 1D é o mais simples e barato, compatível com qualquer leitor. O QR Code armazena mais informações e pode ser lido por smartphone. O RFID permite leitura sem linha de visão e inventário de centenas de itens em segundos, mas tem custo unitário maior. A escolha depende do volume de ativos, frequência de inventários e orçamento disponível.
Como Implantar a Etiquetagem Patrimonial
O processo de implantação envolve cinco etapas: levantamento dos ativos existentes, definição da numeração e codificação, escolha do material e tecnologia, aplicação das etiquetas com registro fotográfico, e carga dos dados no sistema de gestão. Na Adesiva, oferecemos consultoria gratuita para ajudar em cada etapa.
Erros Comuns na Gestão Patrimonial
- Usar etiquetas de papel que descascam em meses
- Não padronizar a numeração entre filiais
- Etiquetar apenas ativos novos e ignorar o acervo existente
- Escolher adesivo incompatível com a superfície do ativo
- Não fazer inventário periódico após a etiquetagem inicial
